A Espanha foi campeã da Copa do Mundo pela segunda vez, após vencer a Argentina, que já tinha um a menos na altura do gol, por 1 a 0 na prorrogação. Ferrán Torres veio do banco de reservas para anotar o único tento do confronto. Messi, por sua vez, ficou sem o bicampeonato.
Se os europeus ficaram felizes com o bicampeonato mundial, os argentinos mantêm o sonho do tetra para daqui quatro anos. E, ainda por cima, muito provavelmente se despediram de Lionel Messi, maior ídolo da seleção.
Aos 39 anos, o camisa 10 parece ter feito seu último duelo em Copas do Mundo na história, ficando sem sua segunda taça após ter batido três finais. E, curiosamente, enfrentou a seleção espanhola pela primeira vez em sua carreira profissional.
Lionel Messi fez história com a camisa do Barcelona, criando um grande legado na Catalunha entre 2005 e 2021. Foi no país europeu que o argentino despontou como um dos maiores do esporte, acumulando gols, empilhando taças e quebrando recordes.
Messi, inclusive, quase defendeu a Fúria como sua seleção. Enquanto defendia as categorias de base do Barcelona, Lionel era ainda desconhecido na Argentina e foi pretendido pela Espanha. Foi quando Marcelo Bielsa e Claudio Vivas, treinador e auxiliar da seleção na época, respectivamente, descobriram o jogador por um DVD e impediram que o jogador defendesse a equipe europeia.
A única vez que Messi jogou contra a Fúria foi nas quartas de finais da Copa do Mundo Sub-20 de 2005, sediada na Holanda. A Argentina levou a melhor com um placar de 3 a 1, inclusive com gol de seu camisa 18 na altura, e foi, posteriormente, campeã do torneio. No primeiro embate profissional entre Messi e Espanha, melhor aos espanhóis…


