Que rodada de Copa foi essa?! Tivemos a eliminação do Brasil, o (provável) adeus de Cristiano Ronaldo à Portugal, Messi avassalador contra o Egito, a Inglaterra em um dramático jogo com o México e mais ainda!
Agora com as quartas de final definidas, nós do Vestiário decidimos contar a história dos uniformes principais das seleções classificadas.
Argentina

A adidas repetiu a fórmula que nunca falha: manteve as listras verticais brancas e celestes, mas separou as três faixas em tons de azul diferentes, uma para cada estrela mundial:1978, 1986 e 2022. Um “1896” discreto na nuca marca a fundação da AFA, e os detalhes em azul-marinho nos ombros fecham o visual para a albiceleste na Copa.
Suíça

A PUMA foi buscar inspiração num lugar improvável: o passaporte suíço. O vermelho tradicional ganhou um relevo ondulado que reproduz os padrões de segurança e a topografia do documento, um jeito nada óbvio de falar sobre precisão e identidade nacional sem recorrer a clichês alpinos. É um design elegante — mas também uma repaginação quase idêntica da camisa da Copa de 2018, o que tira um pouco do impacto de uma ideia tão original.
França

A Nike dividiu o conceito em duas frentes: a titular carrega o “FFF” em linhas diagonais azul-marinho por cima do azul clássico, criando sensação de velocidade, numa homenagem direta à ambição da geração atual de reconquistar o topo.
Marrocos

A PUMA transportou o artesanato local para o centro das atenções: vermelho e verde da bandeira como base, mas o verdadeiro protagonismo fica com os bordados tradicionais reinterpretados na gola e nos punhos, remetendo à arte zellige e à herança amazigh do país.
Espanha

Para esta Copa, a Fúria manteve a base vermelha, mas trocou o excesso por minimalismo: finas listras verticais amarelas remetendo à bandeira, gola e mangas em azul-marinho.
Bélgica

A adidas resgatou o simbolismo mais óbvio dos “Diabos Vermelhos”: vermelho como base, com um grafismo sutil de tridentes e chamas que também homenageia as “Chamas Vermelhas”, a seleção feminina. Gola e punhos em preto e amarelo fecham a leitura da bandeira nacional.
Noruega

Depois de quase três décadas fora de Copas, a Nike não fez economia simbólica: vermelho vibrante cortado por uma cruz azul-marinho descentralizada, replicando a bandeira, com grafismo viking tonal inspirado em entalhes de madeira das igrejas medievais do país. “NORGE” na parte interna da gola fecha a mensagem.
Inglaterra

A Nike manteve o branco como base inegociável dos Three Lions, mas trabalhou os detalhes: leões e estrelas em relevo no tecido, gola redonda azul-marinho com friso central vermelho e um triângulo frontal na mesma cor.



