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Camisola branca e “Esquadrão Imortal”: 23 anos do título do Milan sobre a Juventus

Divulgação/Milan

Nesta quinta-feira (28), o título do Milan sobre a Juventus na Liga dos Campeões de 2002/03 celebra 23 anos. Os Rossoneri envergaram a camisola alternativa, predominantemente branca e com detalhes vermelhos, e entraram em campo com aquilo que ficou conhecido como o “Esquadrão Imortal”.

A equipa da Capital da Moda alinhou com Dida, Nesta, Costacurta, Maldini, Kaladze, Pirlo, Rui Costa, Seedorf, Gattuso, Shevchenko e Inzaghi. Como se este onze inicial não fosse suficiente, Roque Júnior, Ambrosini e Serginho saíram do banco após o chamamento de Carlo Ancelotti.

A Vecchia Signora, por sua vez, apresentou-se com Buffon, Zambrotta, Thuram, Ciro Ferrara, Paolo Montero, Igor Tudor, Camoranesi, Davids, Tacchinardi, Del Piero e Trezeguet. Mas não tiveram hipóteses e ficaram com o segundo lugar em Old Trafford, em Manchester.

Milan e Juventus protagonizaram uma partida muito equilibrada e complicada na primeira final entre duas equipas italianas na história da Liga dos Campeões. Com o marcador empatado após os 90 minutos, a decisão foi para os penáltis. No duelo entre os lendários Dida e Buffon, levou a melhor o brasileiro, que defendeu três grandes penalidades e ajudou o Milan a conquistar a Europa pela sexta vez na sua história.

Do outro lado, para além da tradicional camisola branca com listas vermelhas nos ombros e na parte inferior, a Juve apresentava o seu clássico preto e branco produzido pela Lotto, mas com uma ligeira diferença: o emblema. Não, não estamos a falar da mais recente mudança do símbolo da Juventus (no mínimo questionável), mas sim da penúltima.

Evolução dos emblemas da Juventus

De 1989 até 2004, a Juventus utilizou este emblema pouco recordado, o que torna aquela camisola ainda mais rara e caricata. A zebra em formato poligonal e um escudo mais simples, mas ainda digno da Juve. Bem diferente do que acontece hoje…

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João Vitor Segura
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