As marcas desportivas não estavam preparadas para o ritmo frenético de compras durante o Mundial. De acordo com o Footy Headlines, a Adidas e a Nike, principais fornecedoras de equipamentos das seleções presentes na competição, não produziram tantas camisolas quanto era esperado.
Tanto a Adidas como a Nike enfrentam uma significativa falta de stock dos equipamentos das seleções nacionais para o Mundial de 2026 nas suas lojas online, tendo dificuldades em responder à elevada procura por parte dos adeptos.
A Nike enfrenta grandes problemas de stock dos equipamentos de federações importantes, como a seleção masculina dos Estados Unidos e a seleção brasileira, com camisolas autênticas e réplicas praticamente indisponíveis em tamanhos de adulto.
De forma semelhante, a Adidas também enfrenta desafios no retalho, com os equipamentos autênticos do México e camisolas de seleções mais pequenas, como Curaçau, praticamente esgotados ainda durante a segunda jornada do Mundial.
As federações mais importantes das Américas, em particular, estão a ver os seus equipamentos esgotarem rapidamente, com os adeptos a correrem para garantir os produtos oficiais da competição. Na Canarinha, a situação é semelhante.
Por incrível que pareça, Douglas Santos, Rayan e Alex Sandro foram os jogadores brasileiros que mais venderam camisolas nos primeiros momentos da competição. Há pouco mais de duas semanas, o stock da Nike esgotou devido à enorme procura, o que impulsionou a procura por réplicas não autorizadas, as famosas “camisolas tailandesas”.

E, a pouco mais de 30 dias do final do Mundial, a procura não abrandou. Adeptos de todos os cantos do mundo têm percorrido o mercado em busca de camisolas para viver o Mundial da forma adequada. E as duas maiores marcas do mundo neste setor demonstraram uma significativa falta de preparação…




